
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
18 de Julho: Dia Mandela!

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Não terão exagerado?
"Artigo 58.o
Vereadores a tempo inteiro e a meio tempo
1 — Compete ao presidente da câmara municipal decidir sobre a existência de vereadores em regime de tempo inteiro e meio tempo e fixar o seu número, até aos limites seguintes:
a) Quatro, em Lisboa e no Porto;
b) Três, nos municípios com 100 000 ou mais eleitores;
c) Dois, nos municípios com mais de 20 000 e menos de 100 000 eleitores;
d) Um, nos municípios com 20 000 ou menos eleitores.
2 — Compete à câmara municipal, sob proposta do respectivo presidente, fixar o número de vereadores em regime de tempo inteiro e meio tempo que exceda os limites previstos no número anterior.
3 — O presidente da câmara municipal, com respeito pelo disposto nos números anteriores, pode optar pela existência de vereadores a tempo inteiro e a meio tempo, neste caso correspondendo dois vereadores a um vereador a tempo inteiro.
4 — Cabe ao presidente da câmara escolher os vereadores a tempo inteiro e a meio tempo, fixar as suas funções e determinar o regime do respectivo exercício."
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
A queda do muro!

O(s) Muro(s)
No poder e na oposição, mandatos democráticos para cumprir!
No último fim-de-semana, estive envolvido em duas tomadas de posse em órgãos autárquicos deliberativos. Num caso, assumindo responsabilidades como Presidente da Assembleia de Freguesia de Gondim, por decisão desse órgão e na sequência da vitória da lista do Partido Socialista, liderada por Fernando Ferreira. No outro, tomando posse como deputado da Assembleia Municipal da Maia, onde, por decisão unânime dos meus colegas de bancada, irei liderar a oposição socialista.Com efeito, no passado dia trinta, no Auditório da Junta de Freguesia de Gondim, procedeu-se à instalação da Assembleia de Freguesia e às eleições dos Vogais da Junta e da Mesa da Assembleia. A sala esteve repleta, já que muitos gondinenses quiseram marcar presença neste arranque de um novo mandato autárquico, agora com maioria absoluta do PS. Com efeito, nas últimas eleições, Gondim mostrou, mais uma vez, uma clara vontade socialista, ao reforçar de forma acentuada a maioria dada à lista do PS para a autarquia gondienense. Aliás, votou também maioritariamente no PS nas eleições para a AMM, naquela que, creio bem, terá sido a primeira vez, desde há décadas, que a oposição socialista, numa freguesia, consegue ganhar eleições para um dos órgãos autárquicos municipais maiatos. Como socialista e como gondinense, não posso deixar de me congratular com estes resultados eleitorais.
Foi mais uma manifestação clara de apoio ao projecto político socialista protagonizado, na freguesia, por Fernando Ferreira, o qual, na primeira reunião da Assembleia, quis reafirmar as suas principais linhas de rumo para o futuro e detalhar o programa previsto para o presente mandato. E é bem certo que, para isso, irá continuar a contar com o acompanhamento atento e solidário da Assembleia de Freguesia, prolongando um relacionamento entre a Junta e a Assembleia que foi sempre e que continuará a ser, com toda a certeza, verdadeiramente exemplar.
No dia seguinte, no Fórum da Maia, foi a vez de se concretizar a instalação da Câmara Municipal e da Assembleia Municipal. Neste caso, como deputado municipal, estarei na oposição. É o que resulta do Partido Socialista não ter ganho estas eleições, facto que deve ser aceite com a mesma serenidade democrática e com a mesma determinação para servir a Maia.
O Partido Socialista tem, de resto, boas condições para continuar a realizar, na Assembleia Municipal, um bom trabalho de oposição. Desde logo, porque dispõe de um grupo parlamentar de grande qualidade, onde se conjuga, de forma feliz, experiência e renovação. Ao ter decidido, por unanimidade, que eu devia assumir a sua liderança, esta equipa apenas aumentou a minha responsabilidade política e reforçou a minha vontade de trabalhar em prol dos maiatos.
Para além disso, se não obtivemos o resultado desejado, a verdade é que conseguimos manter um grupo com uma dimensão suficiente para dispor, no seu seio, de competências múltiplas e diversificadas. O facto de termos conseguido obter mais dois mandatos, passando de nove para onze eleitos, permitiu-nos, de resto, manter a proporção de um terço dos deputados municipais directamente eleitos, num órgão que viu, desta vez, alargada a sua composição. Fomos, aliás, o único partido da oposição que não perdeu peso relativo em termos de mandatos directamente escolhidos para este órgão autárquico deliberativo. Eis uma realidade que, reflectindo as circunstâncias difíceis em que se deu este combate eleitoral, não deixa de impor uma reflexão atenta a todos e, antes de mais, aos próprios partidos da oposição. Com efeito, o poder local democrático precisa, para se afirmar, de oposições fortes e de condições mais paritárias de disputa política e eleitoral.
Seja como for, está terminada mais esta etapa eleitoral. Iniciam-se pois, a partir de agora, os novos mandatos políticos locais, atribuindo-se responsabilidades diferentes, mas ambas democraticamente indispensáveis, às maiorias que assumem o poder e às minorias que ficam na oposição. Duas situações bem ilustradas nos actos políticos em que participei no último fim-de-semana: duas tomadas de posse, duas circunstâncias diferentes, duas responsabilidades distintas, uma mesma vontade de servir a freguesia de Gondim e o concelho da Maia, cumprindo os mandatos que democraticamente me foram atribuídos. Como não podia deixar de ser!
sábado, 7 de Novembro de 2009
Mário Cal Brandão e o Centenário da República

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Novas Oportunidades: ultrapassada a barreira do um milhão de inscritos!
O Programa Novas Oportunidades ultrapassou, no final de Outubro, um milhão de inscrições no eixo dos adultos. Entretanto, desde o seu lançamento em Dezembro de 2005, cerca de 320 mil já obtiveram um diploma. Resultados impressionantes, que ilustram uma revolução na aprendizagem dos adultos, que se está a operar em Portugal. A sociedade portuguesa está de parabéns! Reflectir (PS-Maia) à Sexta-Feira
Na hora do acertar de contas no PS-Maia, é bom que todos e cada um avaliem imparcialmente as suas próprias co-responsabilidades na derrota de 11 de Outubro.
Escrevi logo após a nomeaçao de Mario Gouveia como Candidato à Presidência da Cãmara da Maia que a partir de então seria o Candidato de todos os Socialistas independentemente das escolhas e preferencias individuais. E, portanto, todos deveriam apoiá-lo na dificil tarefa de vencer as Autárquicas: e vencer seria ganhar a Câmara, aumentar o número de deputados municipais e de freguesia.
Também referi a urgência de um projecto inovador com protagonistas competentes e credíveis e que os que sempre apoiaram Mário Gouveia e o incentivaram nas suas Candidaturas, primeiro à Presidência da Concelhia do PS-Maia e depois à Presidencia da Câmara, teriam de acreditar e aceitar as suas capacidades de selecção e decisão, as suas escolhas; os seus ex-opositores internos – que, defendi, tivessem qualidades pessoais, técnicas, políticas, consideradas indispensáveis a um projecto que se desejava ganhador - não poderiam ser desprezados mas teriam de compreender se eventualmente não fossem colocados em lugares e nas listas que ambicionariam. O projecto, esse, teria de ser motivador para que fosse aceite pelos Maiatos e capaz de mobilizar todos os Socialistas, independentes e adeptos da mudança envolvendo-os numa dinâmica que conduzisse à vitória.
Como se sabe a realidade foi bem diferente!
Efectivamente estratégias políticas antagónicas, pessoais e de facções impediram a necessária unidade e fragilizaram desde logo a Campanha Autárquica do PS-Maia! Fragilidades de que os acontecimentos com a formação das listas de candidatos à Câmara e Ass. Municipal e o processo de Candidatura à Ass. Freguesia de Gueifães são por demais eloquentes...
Alguns dos promotores da Candidatura de Mário Gouveia à Câmara da Maia foram os primeiros a contestar a formação das listas; com a Candidatura públicamente apresentada e publicitada, Mário Gouveia e os apoiantes que continuaram a seu lado recorreram a Luis Rothes e àqueles que na Comissão Política não tinham votado favorávelmente a sua Candidatura , que tomaram a complicada, provávelmente polémica e incómoda opção política de lhes disponibilizar o seu apoio. Teria sido mais cómodo ficar de fora do processo eleitoral e depois contestar os resultados...
Daqui resultaram listas de Candidaturas à Câmara e à Assembleia Municipal com gente credível, disponivel e empenhada mas ficando de fora militantes que na minha opinião fizeram falta ao PS e à campanha eleitoral! Pelo seu valor político, pelas suas qualidades pessoais, competências e experiência. Que, por exemplo, poderiam ter evitado alguns erros e omissões de campanha próprios a quem age de boa-fé e com voluntariedade mas poderá ter faltado alguma astúcia e experiência.
A unidade e um bom projecto seriam suficientes para a vitória ? Não acredito. Não acredito até que os resultados pudessem ser muito melhores. A implantação do PSD no concelho,consolidada ao longo de vários mandatos, envolve pessoas, associaçoes e instituiçoes e só com uma maior participaçao dos socialistas - ou maior evidência dos que já participam – na vida social, cultural, económica e nas organizações maiatas, acompanhadas de acção política assente numa oposição visível e consistente, poderão alterar a actual situação de completo domínio do PSD (que até o CDS apagou...)
O calendário e o ciclo eleitoral interno do PS também não favorecem a estabilldade e o aparecimento de um líder e de um projecto fortes e aglutinadores, que convençam os militantes que alcançado o poder mais fácilmente concretizarão as suas ambiçoes políticas pessoais. Mas antes é necessário trabalho, perseverança e humildade democrática.
Na hora de “acertar contas” não faltarão os que, na comodidade de quem esteve por fora – ou, até a torcer contra o PS, imagine-se!– atirem pedras esquecendo as suas derrotas, agora ou no passado. Saibam todos reconhecer os erros cometidos, a começar naturalmente nos que apostaram numa estratégia e em candidatos que sofreram pesada derrota! E que fiquem algumas lições para o futuro. Critique-se e diga-se agora o que houver a dizer mas evitem-se sequelas pessoais que degradem e dividam ainda mais o Partido e impeçam o combate comum ao verdadeiro adversário, o PSD no poder. Quantos militantes competentes e dedicados se afastaram definitivamente do PS-Maia depois de cada derrota nas autárquicas?
E, espera-se, iniciem este ciclo político autárquico preparando desde já soluções para o Partido e a Maia que conduzam a melhores resultados em 2013.
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Alguém lhes explica?
Por estranho que pareça ao comum dos mortais, aparentemente a oposição acha que o PS não deveria ter apresentado o seu próprio programa de governo... Que se saiba, foi o PS que ganhou as eleições. Que queria o PSD? Que o PS apresentasse o programa de governo de folha A4 do PSD? Ou será que o CDS-PP queria que fosse o seu programa a ser apresentado?
Estes partidos poderiam apresentar o seu programa se tivessem ganho as eleições.
A oposição afirma que o PS não percebeu os resultados das eleições. Desculpem, mas a oposição é que não percebeu que perdeu. Para além do mais, nenhuma força política quis partilhar a governação, pelo que ninguém pode agora esperar que o PS inclua passagens do programa eleitoral de outros partidos.
De qualquer modo, caso a oposição não concorde com os resultados eleitorais tem sempre uma solução: provocar eleições antecipadas. Mas o oportunismo político e alguma dose de cobardia explica o comportamento recente de grande parte da oposição.
O oportunismo e o populismo parecem ter contagiado toda a oposição, algo que não deve melhorar nos próximos tempos. Estes 4 anos vão ser...interessantes (no mínimo).
O PS ganhou as eleições. Alguém tem que explicar isso aos partidos da oposição. Foi sem maioria, é um facto, mas isso não impede que seja o PS a governar por mais 4 anos. A oposição tem como obrigação apresentar propostas de governação, apontar o caminho e criticar tudo o que não concordar. Não me parece que seja função da oposição governar. Para tal, teriam que ter ganho as eleições.
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
No 90º aniversário do nascimento de Jorge de Sena

Recuso-me a aceitar o que me derem.
Programa de Governo
O Governo entrega hoje, na Assembleia da República, o seu programa. Segundo o que Pedro Silva Pereira anunciou o programa de Governo será igual ao compromisso eleitoral que o PS apresentou aos portugueses.Os partidos da oposição já começaram a demonstrar algum descontentamento com esta situação. Mas, na verdade os resultados eleitorais legitimam o PS a tomar esta decisão. O PS venceu as eleições legislativas, pelo que o seu programa foi sufragado e aprovado pela maioria dos portugueses. Uma decisão contrária estaria a colocar o PS numa posição de falta de coerência e de falta de compromisso com o eleitorado que maioritariamente confiou neste partido e nas políticas por ele defendidas. É bom recordar que a campanha eleitoral foi marcada por um debate forte acerca das diferenças da governação e negativo seria se o PS, nesta fase, não assumisse fortemente as linhas de orientação que pediu aos portugueses para aprovar.
Os partidos da oposição devem ser coerentes com os portugueses e não podem de uma forma leviana querer agora fazer segundas leituras dos resultados eleitorais. É verdade que o PS não venceu as eleições com maioria absoluta, é verdade que parte dos portugueses fizeram outras opções, mas isso não deve fazer com que o PS se desvie do rumo que a maioria dos portugueses escolheu. O PS deve sim saber interpretar estes resultados e, em questões de governação específica saber estabelecer as pontes e fazer os acordos necessários para manter a estabilidade que o país necessita.
E esta é a palavra-chave para o nosso país: estabilidade. E os partidos da oposição devem assumir claramente, sem segundas leituras e segundas interpretações, este compromisso. Não queiram fazer de uma falsa questão um foco de instabilidade política. Os portugueses confiaram no PS, a oposição tem que saber respeitar esta decisão. A defesa daqueles que escolheram outra solução, a defesa das opiniões contrárias deve ser guardada para os debates e as decisões específicas. O que agora está em causa é um modelo geral e esse modelo foi já aprovado a 27 de Setembro pelos portugueses.
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Porreiro, pá!
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Sugestão de leitura
Chegou hoje às livrarias a edição portuguesa do novo romance de Dan Brown, “O Símbolo Perdido”. O autor dos romances “O Código DaVinci” e “Anjos e Demónios” apresenta, neste livro, mais uma aventura de Robert Langdon, onde códigos secretos e intrigas serão o centro da acção.O livro já se encontra à venda e o preço ronda os 22€.
Parabéns!
Astérix e Obélix comemoram hoje as bodas de ouro. São 50 anos a fazer rir e a entreter várias gerações.
E a mostrar que ainda estão para durar os fãs das aventuras destes dois heróis podem deslumbrar-se com o novo livro comemorativo destes 50 anos “O Aniversário de Astérix & Obélix – O Livro de Ouro”.

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Há facetas ridículas na política...
Com efeito, creio francamente que na Maia, mesmo entre a maioria de direita, só uma pessoa o leva verdadeiramente a sério: evidentemente, ele próprio! A forma como ele encara a vida política está bem ilustrada na forma como abandonou o PP: depois de se fazer eleger vereador como representante deste partido na coligação, abandonou o partido, não tendo então revelado a hombridade de deixar a vereação, para que o PP continuasse representado na vereação. Eis uma trapalhice que lhe é típica, com a qual enganou o seu eleitorado, provocando prejuízos no PP, de que, ainda hoje, esse partido não recuperou. Foi só mais uma MNNevisse típica...
Entretanto, lá se foi mantendo na vereação: muito pouco estimado no PSD, ouvem-se as histórias mais intrincadas sobre as razões pelas quais esse partido o vai aguentando. São histórias tão inacreditáveis, que apenas uma razão permite encará-las como possíveis: estando o MNN metido nisso, pode-se acreditar em tudo!...
Há entretanto um assunto sobre o qual o MNN tem sempre opiniões pomposas e definitivas: o PS Maia! Como se leva extraordinariamente a sério, nem se apercebe como os seus joguinhos são tão óbvios e absurdos: as suas fontes de informação (quase sempre falseadas) são postas facilmente a nu nas suas opiniões; as formas como pretende prejudicar o PS são descaradamente evidentes; os joguinhos em que se dispõe a alinhar chegam a ser infantis...
O que tem mais piada é que o MNN nem se apercebe de que, achando-se muito duro para com o PS, ele acaba por ser o seu opositor político mais fácil: se não é levado a sério no seio da direita maiata mais indefectível, pode-se imaginar o valor que é dado às suas opiniões entre a generalidade dos maiatos. Acho, aliás, que o Eng. Bragança Fernandes já percebeu isso e até já o terá tentado travar. Seja como for, todos sabemos que isso é impossível: o valor político do MNN começa e acaba nestas "bocas". Deixem-no pois continuar na sua fanática cruzada. O PS Maia agradece!
Tenho entretanto que reconhecer que venho merecendo do MNN uma atenção que me deixa embevecido: não posso deixar de lhe ficar eternamente grato pela fixação que revela em atacar-me politicamente. Desconheço se existem explicações psicanalíticas para este interesse tão cuidadoso. Seja como for, não posso deixar de lhe agradecer a sua atenção que, sendo constante, tem alguns picos de maior fixação doentia. Os tempos recentes têm sido mais um momento de descaída. A situação ainda não é tão grave como quando inventou cobardemente a figura do "socialista indignado" para me atacar na blogosfera, mas para lá caminha perigosamente. É por isso que, mesmo sendo verdade que tudo isto me diverte, não posso deixar de recomendar ao MNN alguma cautela: é que, estando a deixar-se arrastar, uma vez mais, por esta obsessão doentia, pode correr o risco de uma recaída delirante, como a que aconteceu com o "socialista indignado". Ora, ninguém gosta de imaginar o vereador da Cultura do seu concelho (ou de qualquer outro pelouro que lhe possa ser atribuído) a fazer estas figuras. Não acha, MNN?
P.S.: Como compreenderá, não lhe posso retribuir inteiramente a atenção que me dedica. Espero que perceba, portanto, que só lhe responda de quando em quando. Dediquei-lhe agora alguns minutos. Prometo que o posso vir a fazer de novo, mas só daqui a alguns meses. Pode ser?
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Tomadas de posse
sábado, 24 de Outubro de 2009
sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Porto Restaurant Week
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Conhecido o novo Governo Sócrates
Foi conhecido o novo Governo liderado por José Sócrates.Num total de 16 ministros, há 8 caras novas e 5 são ministras.Apuramento eleitoral definitivo altera composição em Silva Escura
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Jornalistas !
É com relativo espanto que vejo Portugal na boca do mundo, desta devido a jornalistas e peritos dos media que deitam o país para o 30º lugar na lista de liberdade de imprensa. E realmente constato com espanto porque nessa mesma votação pesou o facto de José Sócrates ter um número alto de denúncias por injúria a estes mesmos jornalistas que viram no Primeiro Ministro o alvo perfeito para encher manchetes de Jornais e grelhas de serviços noticiosos. Desvalorizando completamente esta votação, apenas resolvi partilhar o facto devido ao alvoroço que estes mesmos jornalistas têm feito a um comentário que José Saramago fez relativamente à Bíblia: " Incesto, carnificina e violência de todo o tipo". Importa lembrar que este comentário surgiu no contexto da apresentação do seu novo romance " Caim". Ora a minha indignação deve-se ao facto destes senhores jornalistas se escandalizarem com tal comentário, que não me merece qualquer palavra, esquecendo que cada um tem direito à liberdade de expressão e pensamento, mas também ao facto de não perceberem que isto não passa de uma manobra de marketing, extremamente inteligente da parte da editora, para este livro se tornar um best-seller. Deviam estar mais atentos e não caírem nestes jogos.terça-feira, 20 de Outubro de 2009
80 anos do Zeca
Cultura: decisivamente não!
segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
Primeiros sinais vitais do PS Maia
O PS Maia começa a dar sinais de vida após a derrota das eleições autárquicas. Contudo, estes sinais não são os melhores, deixando transparecer uma recuperação difícil e uma longa convalescença. Estes sinais são preocupantes uma vez que começam a demonstrar que este partido, há muito atingido pelo “síndrome de longo estádio de oposição - SLEO”, não irá reagir a esta crise como devia.O PS Maia, como partido de oposição há décadas, tem os sintomas do “SLEO” no seu estádio máximo. Sempre que existe uma crise, sempre que existe um acto eleitoral e sempre que existe a perspectiva de mudança de liderança surgem uma série de protagonistas a assumirem-se como rostos da mudança e da viragem para o sucesso do PS Maia. Contudo, as mudanças que se pretendem protagonizar, os rostos que se assumem como a viragem necessária, todos aqueles que aparecem a protagonizar alternativas são na realidade os responsáveis por todos os insucessos e crises do PS Maia. E isso porque, muito simplesmente, são eles que criam as crises, que gerem as crises, que se assumem como protagonistas do sucesso, que acumulam os erros, que colhem os insucessos, que desaparecem, que vêem os outros a fazer o mesmo ciclo e que depois reaparecem para eles também voltarem a completar o ciclo. Ou seja, uns num momento, outros noutro, o desígnio do PS Maia foi, é e será o mesmo. E isto é resultado do “SLEO” e da incapacidade dos dirigentes do PS Maia de o ultrapassar.
O PS Maia tem o dever, perante os maiatos, de se assumir como alternativa de poder ao PSD. Mas para fazê-lo tem que assumir a sua verdadeira génese de partido político. Um espaço de debate de ideias, um espaço de pluralidade, um espaço de afirmação, mas sobretudo um espaço onde homens e mulheres, que partilham a mesma ideologia e princípios, se unam e que se sejam capazes de construir um projecto para um concelho. Um projecto que garanta estabilidade, um projecto que tenha tempo para se afirmar, um projecto que comece a ser construído no “dia seguinte à derrota”, um projecto alternativo e sobretudo um projecto de esperança.
E para tal, o PS Maia, tem que saber encontrar um líder que seja capaz de congregar essas vontades, um líder que seja capaz de sentar todos, um líder que seja capaz de aglutinar vontades em torno de um projecto colectivo, um líder que seja capaz de estabelecer as pontes necessárias entre as diversas sensibilidades criadas ao longo destas décadas, mas acima de tudo um líder capaz de diluir essas sensibilidades e assumir uma liderança de um projecto forte. Só com um líder e uma equipa com essa capacidade o PS Maia poderá recuperar de forma saudável e iniciar o seu percurso natural de ascensão. Mas, este trabalho difícil deve ser concretizado por alguém que acumule a capacidade de unir o partido com a capacidade de transmitir para os maiatos credibilidade e capacidade de acção e inovação. Alguém que consiga incutir junto dos maiatos um projecto assente no rigor, um projecto político inovador, demonstrando, claramente, as vantagens de um projecto socialista e incutindo nos maiatos uma esperança no seu futuro. Um líder que cresça e que se afirme como uma vontade colectiva de um partido e de uma sociedade.
Uma reflexão que todos os militantes do PS Maia devem fazer. Uma reflexão obrigatória antes de se tomarem as decisões que se avizinham ao PS Maia. Um reflexão indispensável para que os próximos “sinais vitais” que o PS Maia transmitir sejam aqueles que os maiatos querem ver.
À descoberta de Portugal
Ao lado de Viduedo, encontramos Pinduradouro, uma aldeia francamente desenvolvida, com cerca de 50 habitantes. As habitações apesar de rurais estão visivelmente recuperadas e as ruas correctamente calcetadas. Apesar das diferenças, no que ao desenvolvimento diz respeito, Viduedo tem mais encanto pelo aspecto histórico que ainda conserva. As alminhas, os espigueiros, as casas senhoriais, os pastores, os pastos e, acima de tudo, o verde da paisagem, fazem de Viduedo uma localidade inesquecível.
Acredito que esta descoberta representa apenas o início daquilo que ainda há por descobrir em Portugal.
Partilho com vocês algumas das imagens que neste texto tentei descrever.
Viajar em Low Cost
domingo, 18 de Outubro de 2009
Vale a pena lembrar António José da Silva
Hoje, 18 de Outubro, faz 270 anos que foi executado num auto-se-fé o dramaturgo luso-brasileiro António José da Silva, o Judeu, depois de ter sido torturado e acusado de práticas juadaizantes.Uma bom pretexto para lamentarmos todos os actos de intolerância, passados e presentes, assim como para repegarmos em algumas das suas obras. Eis a sua bibliografia disponível:
Vida do grande D. Quixote de la Mancha e do gordo Sancho Pança (1733)
Esopaida ou Vida de Esopo (1734)
Os Encantos de Medeia (1735)
Anfitrião ou Júpiter e Alcmena (1736)
Labirinto de Creta (1736)
As Variedades de Proteu (1737)
Guerras do Alecrim e da Manjerona (1737)
Precipício de Faetonte (1738)
El Prodígio de Amarante (Comédia, escrita em castelhano, cerca de 1737)
sábado, 17 de Outubro de 2009
Reeleição fortemente consensual
Jaime Gama foi reeleito presidente da Assembleia da República, tendo obtido os votos favoráveis de 204 dos 228 deputados que participaram na votação que decorreu no Parlamento.Dois dos 230 deputados não votaram, tendo-se registado 24 votos brancos.
A proposta de recondução de Jaime Gama foi inicialmente formalizada por uma lista de deputados das duas maiores bancadas parlamentares, o PS e o PSD, a que se associou a direcção do grupo parlamentar do CDS-PP . Também as bancadas do BE e do PCP apoiaram a recandidatura de Gama, apesar de não terem subscrito a lista.
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Inquérito
O MAIActual propõe hoje um novo inquérito aos seus leitores. Tendo ontem terminado os contactos de José Sócrates com os partidos da oposição e não tendo existido abertura, por parte de nenhum deles, para se encontrar um solução de estabilidade governativa, gostaríamos de conhecer a sua opinião sobre este tema.Assim a questão que lhe colocamos é a seguinte: "Acha que os partidos da oposição deveriam ter sido mais dialogantes com José Sócrates e assim terem permitido a constituição de uma solução de estabilidade governativa?"
Receitas do município com peso excessivo de impostos
O relatório do grupo para o estudo da política fiscal, competitividade, eficiência e justiça do sistema fiscal apresentou no seu estudo uma chamada de atenção para o facto de 38 municípios apresentarem um peso excessivo dos impostos sobre o património (IMI e IMT) nas suas receitas. O peso dessas receitas situa-se, nestes municípios entre os 31 e os 62%. Sendo estes municípios os mais populosos, o grupo de estudo realça o facto de a situação estar a atingir o limiar crítico.Ficam aqui estes dados esperando-se que o novo executivo da Câmara Municipal da Maia faça a reflexão devida e pedida.
Mais educação, mais cultura.

Foi sobre cultura que escrevi pela primeira vez neste blogue e é sobre cultura que quero iniciar um novo ciclo de posts, passado o primeiro ano de existência deste espaço.
Digam o que disserem, mas para além da qualificação que os profissionais da cultura devem possuir e para além da aposta que deve ser feita nas indústrias culturais e criativas, o desenvolvimento do sector cultural, como tenho reforçado inúmeras vezes, passa pela educação das pessoas.
Neste sentido, não tenho dúvidas que, aos órgãos do poder que estão mais próximos da população, cabe o desenvolvimento de uma política cultural voltada para a educação dos cidadãos, incentivando-os na procura da sua história em busca do seu passado e da sua identidade. Ao contrário do que se possa pensar, um Serviço Educativo de uma instituição cultural, não se destina apenas às escolas e ao público mais jovem. Por isso, reformular as áreas de intervenção destes departamentos é, também, hoje, uma inevitável prioridade.
Na Maia, muito mais pode ser feito, como já referi. Por vezes, pequenas medidas podem originar uma grande melhoria na forma como a cultura pode ser encarada.
Educar para a compra
Parabéns!
quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Estamos de Parabéns!
Na impossibilidade de passar pela internet durante o dia de hoje, só agora, depois do jantar com alguns elementos deste blogue, tive oportunidade de deixar as minhas felicitações ao MAIActual.Aproveito ainda para desejar as boas-vindas aos novos autores que, com certeza, reforçarão a qualidade do nosso espaço.
Parabéns e boa escrita!
É para continuar!
Pois que seja o primeiro de muitos!

Primeiro aniversário

Neste primeiro ano, o balanço que fazemos, deste projecto, é altamente positivo. O MAIActual é hoje um blogue com expressão na Maia, tendo também um público nacional interessante. No decorrer deste ano o MAIActual foi crescendo e adquirindo uma consistência no número de visitantes e leitores. Hoje estamos, nós autores, conscientes de que este foi um desafio ganho e que nos orgulhou a todos.
Passado um ano, o MAIActual afirmou a sua identidade. Um blogue de sociedade, com a política como centro, mas que nunca deixou de abordar vários temas de interesse: desde a cultura à ciência, passando por temas mais ou menos sérios, fomos marcando o dia-a-dia, comentando os principais temas da actualidade e divulgando iniciativas locais e nacionais de interesse.
Quanto aos autores estão todos de parabéns. Neste ano tivemos entradas e saídas, uns mais participativos do que outros, mas estamos todos, sem excepções, de parabéns. Neste dia de aniversário, dia de balanço, é também dia de renovar. Os projectos fazem-se de pessoas, crescem com pessoas e renovam-se com pessoas. Hoje é dia de renovar os votos de sucesso, renovar a vontade de continuar e renovar também a lista de autores. Assim, damos as boas-vindas a três novos autores: Sandra Lameiras, Andrade Ferreira e Susana Pinheiro. Estamos certos de que serão um reforço e um contributo importante a este projecto.
E para refrescar o projecto, para assumirmos mais um ano de MAIActual, decidimos também refrescar o nosso aspecto. Aproveitamos esta data para inaugurar um novo ciclo na nossa imagem e um novo ciclo no contacto com os nossos leitores. A partir de hoje o MAIActual estará também presente no twitter. Inauguramos, assim, mais um espaço de debate que estamos certos permitirá debates e troca de opiniões interessante.
É com todo este entusiasmo, de quem chegou hoje ao seu primeiro aniversário, que aqui estamos para continuar este projecto.
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Semana ODM no Porto
Os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) vão estar no centro das preocupações da Semana ODM no Porto, que tem data marcada entre os dias 14 e 21 de Outubro de 2009. Nesta iniciativa estãoenvolvidas Instituições de Ensino Superior, Associações Juvenis e Organizações Não Governamentais, que decidiram juntar-se e organizar várias actividades informativas, culturais e desportivas, destinadas a diferentes públicos.A Semana ODM no Porto celebra ainda o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de Outubro), altura em que todo o mundo participa, simbolicamente, na acção mediática internacional “Levanta-te Contra a Pobreza”, que pretende chamar a atenção dos grandes líderes mundiais para a importância do cumprimento dos ODM até 2015.
terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Cineclube da Maia: uma iniciativa que se deseja com futuro
Um grupode jovens tem vindo a organizar, também com o apoio da CMM, o lançamento do Cineclube da Maia. Estamos perante uma iniciativa com méritos óbvios, que propõe para o último sábado de cada mês, a partir deste mês de Outubro, dia 31, sessões de cinema e pequenos concertos ou intervenções. Para já, a anteceder este ciclo, irá exibir, no próximo dia 17, às 21h30, na Sala de Cinema do Centro Comercial Venepor, o filme “Aquele Querido Mês de Agosto”, antecedido do concerto dos Purple Blues Trio. A entrada para esta sessão é gratuita.segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Perder com Dignidade.
Assumir serenamente a derrota
sábado, 10 de Outubro de 2009
Indecência final
A distribuição de um envelope contendo um livro, uma agenda e uma carta do Sr. Presidente da Câmara a todas as crianças das escolas EB1 da Maia demonstrou de forma clara a falta de ética política e a indecência absoluta daqueles que lideram hoje os destinos da Maia.
Acredito contudo que grande parte dos maiatos saberão punir estas atitudes em que só encontro par se recuar, no mínimo, 35 anos na história do país.
Enfim!
Boa reflexão a todos...
sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
Breves notas finais sobre a campanha autárquica

Estás prestes a terminar a campanha eleitoral para as eleições autárquicas, faltando apenas concretizar algumas das festas e sessões de encerramento da campanha. Como cabeça-de-lista da candidatura do PS à Assembleia Municipal da Maia, gostaria de aqui deixar três notas muito breves:
1. Em primeiro lugar queria sublinhar o carácter festivo, participado e construtivo da campanha socialista: apresentámos uma boa equipa, um bom programa e adoptámos sempre uma postura construída pela positiva, marcando com clareza a forma como queremos gerir os destinos da Maia.
2. Queria também lamentar a forma como o PSD fugiu sempre ao debate. Fugiu aos debates televisivos e não foi capaz de contribuir para a discussão dos temas que o PS lançou para reflexão. O que se passou relativamente à Assembleia Municipal da Maia é bem ilustrativo: a única vez em que o seu cabeça-de-lista se dispôs a debater os temas relativos a este órgão (em entrevista à Rádio Lidador e ao jornal Primeira Mão) só o conseguiu fazer em tom inesperadamente crispado, abusando dos ataques e insinuações pessoais, atacando despropositadamente ideias lançadas pelos PS, que esqueceu são (mal) copiadas no programa do PSD. É o que acontece relativamente à nossa proposta de criação de Comissões Técnicas Especializadas (a que o PSD chama Comissões Parlamentares...).
3. Finalmente, gostaria de agradecer a forma empenhada como elementos das listas, militantes e simpatizantes do PS se implicaram nesta campanha: deram, sem dúvida, um bom exemplo de empenhamento cívico democrático. Resta, agora, esperar, com serenidade democrática, o veredicto eleitoral.
A propósito de programas políticos...
“Há mentiras que proferidas repetidamente correm o risco de se tornar verdade”. Esta é uma prática que alguns elementos da maioria que governa a CMM gostam de utilizar para tentar descredibilizar os seus adversários políticos.A última que surgiu com grande intensidade foi a de tentar descredibilizar o programa político do Partido Socialista para a Maia. A intensidade e preocupação com que tem sido reforçada essa ideia por alguns elementos mostra, sem dúvida, que o nervosismo é grande pelos corredores laranjas.
Antes de se pegar, desesperadamente, num tema como o programa eleitoral deve ter-se em atenção aquilo que nós próprios temos. Sim, porque o facto de se entregar às pessoas um conjunto de meia centena de páginas não significa que estejamos a entregar um programa político de qualidade. Muito mais quando o tempo verbal utilizado nesse programa é o pretérito perfeito (ou, simplesmente, passado). Sim. O programa político do PSD para a Maia é tendencialmente escrito no passado. É um documento que usa e abusa do passado que diz que “fizemos” e que “construímos” uma série de coisas que depois de dissecado se resume ao mandato “ZERO”. Sem falar naquelas realizações que são apresentadas como fantásticas e que algumas delas são perfeitamente assustadoras como dizer que “fizemos das lojas da juventude um elemento aglutinador das políticas de juventude” (aglutinador só se for de pó e moscas e isto para não falar das que já fecharam); “colocámos as contas do município abaixo do limite do endividamento legal” (outra grande realização, sem dúvida! Corrigiram a asneirada que fizeram e se não fosse as imposições do Governo não sei como estaríamos). “Estamos a construir e a requalificar escolas” (mais uma vez a apropriação da obra feita pelo Governo!!!) Enfim! E isto são apenas alguns exemplos.
E as obras concretas? Onde estão? Existir, existem mas são elas: o Hospital do Lidador (parece-me já o ter visto em qualquer lado e deu no que deu); a Praça Maior (outra obra que já vi em qualquer lado há 4 anos, ou melhor em alguns panos a cobrir o monumento à incompetência desta Câmara e que vai com toda a certeza voltará a aparecer daqui por 4 anos) e finalmente surge um complexo multiusos. Este sim é novo (finalmente uma).
E os floreados para parecer que há ideias e acção e que só servem para confundir? Esses são inúmeros, tais como as fotografias (que ilustram muito bem o programa mas que não passam de um elemento decorativo que apenas quem tem muitos recursos para mal gastar se pode dar ao luxo de as utilizar tão abundantemente). Como exemplos deixo apenas estes:
“QUANTO AO FUTURO, É NOSSA INTENÇÃO, DURANTE O PRÓXIMO MANDATO, REFORÇAR O APOIO AO UNIVERSO EMPRESARIAL DO MUNICÍPIO ATRAVÉS DE APOSTAS DIRECCIONADAS QUER AO APOIO AO TURISMO DE NEGÓCIOS QUER À DIVULGAÇÃO DAS POTENCIALIDADES EMPRESARIAIS DO CONCELHO DA MAIA”
“O PAPEL DA AUTARQUIA SERÁ O DE DESENVOLVER MAIS PROJECTOS DE AUXÍLIO SOCIAL INTEGRADO, ESPECIALMENTE VOCACIONADOS PARA AS FAMÍLIAS QUE VIVAM SITUAÇÕES DE DESEMPREGO”.
Pois é, um programa político não é um relato do passado, nem um enunciar de mentiras e obras já prometidas, nem um álbum de fotografias.
Um programa político é a apresentação de medidas e a apresentação de um modelo para um concelho. E nisso, o programa do Partido Socialista é, sem dúvida, mais eficaz. Quem o lê reconhece as principais preocupações e as principais linhas de actuação, como também encontra medidas objectivas e propósitos definidos. Não é de todo um documento ilusório, e muito menos um relato de um passado pobre e o reforço de projectos falhados. Isso sim, para que não haja dúvidas, é o programa do PSD.
Mais um comunicado típico de JSD…

Já há muito tempo que não “via” a JSD e foi com satisfação que os “vi”, mais uma vez, para responder à JS, para defender o Engº Bragança Fernandes e a Câmara Municipal da Maia. Porque apenas nestas circunstâncias conseguimos vê-los.
Tendo a JS desenvolvido visitas a diferentes instituições de solidariedade social, visitado todas as freguesias que compõem os seus núcleos, inventariado os problemas, efectuado relatórios de cada visita, como é possível dizer-se que a JS “presta um mau serviço à Maia”?
Estando a JS presente nas redes sociais, divulgando as suas actividades e mostrando o seu trabalho político a diversos jovens, como é possível dizer-se que a JS opta “pelo caminho fácil da política destrutiva”?
Tendo a JS desenvolvido um documento, baseado numa pesquisa fundamentada e num trabalho de campo sério, nestes último anos, e tendo a JS elaborado um flyer com propostas para os jovens da Maia, como é possível dizer-se que a JS “foi atingida pela síndrome pré-eleitoral que nos casos mais graves, leva a uma profunda desorientação”?
Isto é absolutamente ridículo e isto sim é uma política de “bota-abaixo” sem argumentos, típica de uma estrutura vazia, estagnada e amordaçada.
Ou a JSD anda desatenta e mal informada, porque não se preocupou em conhecer o nosso trabalho que é visível em diversos locais, ou então, este último comunicado claramente encomendado, serviu apenas para mostrar serviço. (É o costume…)
Se desenvolver trabalho político na Maia é, para a JSD, lançar outdoors, para a JS é muito mais do que isso. É estar junto dos jovens, conhecer os seus problemas, inventaria-los, tomar consciência deles e propor alternativas para a sua rápida resolução sempre com uma postura responsável e construtiva. Isto não é demagogia porque ele existe e está disponível a toda a gente.
Para a JSD fazer política na Maia resume-se ao desenvolvimento de actividades de show-off e de respostas encomendadas? É isso “projecto político” para a JSD?
O comunicado da JSD demonstra, ainda, uma postura verdadeiramente irresponsável e pouco conhecedora da realidade, um grande desconhecimento para com o trabalho das outras estruturas partidárias, mas também, uma falta de integridade ao responder com falsidades a um comunicado que a JS desenvolveu baseado em factos que toda a gente conhece e lamenta.
Não vejo nenhuma outra estrutura partidária da Maia a desenvolver o trabalho que nós desenvolvemos em prol dos jovens maiatos. Convido a JSD a ler aqui o flyer que distribuímos desde o inicio desta semana, nas escolas e em diversos locais do concelho e o documento “Políticas de Juventude” de modo a informar-se antes de utilizar patranhas para iludir os maiatos.
[Também publicado no Política com Causas.]
Direcção Nacional do PS no encerramento da campanha na Maia
O encerramento da campanha autárquica do Partido Socialista na Maia irá contar com a presença do Dirigente Nacional do PS, o Dr. Augusto Santos Silva.O Erro da naturalidade adquirida
No próximo domingo os cidadãos são chamados a escolher os seus representantes do poder local. Em Portugal, existe uma cultura que favorece quem está no poder e isso é bem patente nesta notícia que hoje se pode ler num semanário nacional.Muito se poderia escrever sobre esta tendência de reeleição dos autarcas, mas na verdade, aquilo que importa hoje, é demonstrar o erro que é, em alguns casos, esta “naturalidade adquirida”, para os cidadãos e o desenvolvimento dos seus concelhos. E, a Maia, é um bom exemplo para ilustrar este mesmo erro.
A Maia é um concelho que, em tempos, se conseguiu modernizar e afirmar em algumas áreas do desenvolvimento das cidades. Nesse tempo sentia-se uma Maia pujante, um concelho de afirmação junto dos seus pares da Região Norte e um concelho olhado como referência de algumas políticas locais. No entanto, esse entusiasmo e essa capacidade de inovar e liderar projectos distintos e arrojados desapareceram. O actual executivo da Câmara Municipal não conseguiu herdar o peso desta vontade e o engenho de inovar, tendo tornado a Maia, nos últimos 6 anos, num concelho de oportunidades perdidas.
A Maia deixou de ser olhada como um concelho de referência. Hoje, não existe nenhuma área do desenvolvimento local que destaque a Maia de outros concelhos com uma qualidade de vida semelhante. Tudo o que de novo tem sido instalado no nosso concelho não se apresenta aos maiatos como algo de inovador ou diferenciador de outros. São tudo receitas conhecidas, já experimentadas e que nada de novo traz à Maia e aos maiatos. A maioria das obras que foram sendo feitas, nos últimos anos, na Maia, são obras que qualquer autarca faria. Seriam quase obrigações.
Nesta campanha eleitoral, têm sido, mais que evidentes, os sinais de que a maioria que governa a Câmara está esgotada. Estamos perante um conjunto de pessoas que se instalaram, que criaram uma visão artificial de falso patriotismo que não lhes permite alargar os horizontes e dar um novo impulso ao concelho. O nervosismo constante dos principais protagonistas desta candidatura, a forma desesperada de querer mostrar obra, com recurso a centenas de outdoors anunciando obras a realizar não se sabe quando, a apropriar-se de obras realizadas por outros, a anunciar obras a 3 dias das eleições, querendo transmitir com isso uma falsa ideia de movimento e modernização, são bem prova do nervosismo reinante e, principalmente, prova de que, no último mandato, não existe qualquer marca diferenciadora que possa sustentar a firmeza de um voto de continuidade.
Por tudo isto, essa “naturalidade adquirida” da continuação dos autarcas é um erro, que a verificar-se, será crucial para a Maia. Assim, continuaremos a ter um concelho estagnado, um concelho que não será capaz de inovar e de se reafirmar como uma referência. Sem dúvida que todos aqueles que gostam da Maia, que aprenderam a olhar para a Maia como um concelho diferenciador não poderão cometer o erro de assumir esta continuidade. A Maia precisa de se refrescar, a Maia precisa de novas ideias, de uma capacidade de olhar para lá do horizonte, cada vez mais fechado, daqueles que actualmente lideram esta autarquia. Este encurtamento de horizonte é algo que, em muitos casos, se torna natural pela acomodação e esgotamento. E é isto que hoje se sente na Maia. Este concelho não se pode dar ao luxo de continuar mais 4 anos neste estado. É necessário agitar a Maia, é necessário dar vida à Maia, é necessário um novo dinamismo para poder recolocar este concelho como uma referência da qualidade de vida.
Todos os maiatos têm esta obrigação com a sua terra. Todos os maiatos devem dar o seu contributo para termos uma Maia com um projecto capaz de inovar, de diferenciar e de desenvolver a Maia. E nestas eleições só existe um projecto capaz de assumir esta implicação. Esse projecto é o do Partido Socialista e é, por isso, que no próximo domingo se deve fazer a opção de votar PS.
quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
O que irão ainda fantasiar?
O PSD maiato anda em tempo de fantasiar as obras do mandato que queria mas não conseguiu realizar. Primeiro simulou uma praça em panos para esconder o mamarracho das piscinas olímpicas. Agora, alimentou um número pré-eleitoral para afugentar o fracasso do Hospital do Lidadador. Será que ainda terá tempo para simular a criação de uma Escola Superior de Saúde, que incrivelmente deixou escapar para outro concelho da AMP? E para fazer de conta que também terá um Centro de Reabilitação, que irá inventar? E, já agora, terá o descaramento de criar mais números a propósito da requalificação do bairro do Sobreiro? Até que ponto irá a capacidade de fantasiar do PSD laranja?Sondagens dão vitória a Guilherme Pinto
Narciso Miranda: 27%
PSD/CDS-PP: 22%
BE: 4%
CDU: 4%
OBN: 4%
A luz ofuscante do poder
Com mais um acto eleitoral a chegar, nota-se o nervosismo crescente de candidatos e apoiantes. Cresce também o nervosismo dos opositores aos candidatos.Nas estruturas locais dos partidos encontramos muita gente que realmente luta por ideias e por ideologias, mas também existe quem não o faça. O poder, por muito pequeno que seja, pode ser tão atractivo que, por vezes, ofusca. Tudo depende da estrutura mental do político em causa. Aqueles que vivem sedentos de poder são facilmente ofuscados e enveredam por estranhos caminhos que, muitas vezes, só os próprios conseguem compreender e racionalizar. Esta sede pode levar a que se ultrapassem todos os limites e se atropele tudo e todos os que lhes atravessam o caminho; a perder o respeito pelos outros e até pelo próprio partido.
A luz ofuscante do poder chega a cegar. Tal facto está patente no constante saltitar de partido para partido de algumas pessoas. Outro exemplo verifica-se ou na tentativa de denegrir a imagem de candidatos do seu próprio partido. Aqui ainda é mais óbvio o quanto o desejo de poder pode ser destrutivo e até alterar a percepção da realidade.
Espero que o próximo dia 11 premeie os políticos que não se deixam ofuscar pela brilhante luz do poder, não importa de que partido sejam, e que ajude todos os que se deixaram cegar a sair dessa espiral que apenas gera desconfiança e afasta as pessoas da política.
Estranho unanimismo
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
Festa na campanha socialista!
Festa em Folgosa
Fantasias eleitorais laranjas: o ridículo mata!

Agora são dois!
Uma mão cheia de Nada!
Li e reli o Manifesto/Programa (?) da Candidatura do PSD à Junta da Maia.
Tal como há 4 anos, limita-se a prometer empenho e dedicação, mostrar o passado , preparar o presente e construir o futuro. Como? Com “realizações a que já vos habituamos no passado não esquecendo os subsídios a colectividades e escolas”; etc. Tudo tão vazio, tão dependente de conjunturas e oportunidades – nomeadamente de Protocolos que lhes vão sugerindo e de iniciativas das diversas entidades municipais e da Rede Social que, à falta de ideais e iniciativas próprias a Junta da Maia vai acolhendo para depois chamar suas. Com total imparcialidade, não se encontra nem UMA uma realização valorosa no passado recente do último mandato NEM qualquer proposta concreta do que se pretende. Assim, como afirmar (?) o presente e preparar o futuro? Uma incógnita…
- Realça-se o GAR-Gab.Apoio ao Residente esquecendo-se que a instalação de estruturas em locais externos à Sede da Junta resulta da falta de condições de espaço e funcionamento daquele edifício!
- Insinua-se que a Junta suporta os alimentos distribuídos no Banco Alimentar Contra a Fome – em entrevista de Maio de 2009 o Snr. Carlos Teixeira até refere um grande esforço financeiro para alimentar 150 famílias! – Com algum desrespeito por todos quantos de algum modo colaboram com o BACF, regularmente ou nas suas habituais recolhas de alimentos;
- Citam-se bolsas de estudo atribuídas, esquecendo-se que o montante de 1.800 Euros concedido em 2008 sofreu redução no Orçamento de 2009 para 1.000 Euros!
- Publicita-se o apoio à OTL da Estação/Enigma, omitindo-se, naturalmente (?), a recente polémica pela retirada de apoios e espaços o que conjuntamente com a prevista ATL da Nova Escola Básica poderá por em causa a sobrevivência da OTL da Estação e o destino das 267 crianças que actualmente acolhe!..
- Destaca-se a Agenda 21 Local – Protocolo com a Lipor – quando em 2008 não chegou a ser gasta a verba de 2.500 Euros orçamentada, montante que se mantém para 2009; de resto a Habitação não consumiu um Euro e o Ambiente teve como principal destinatário o Parque Zoológico. O Parque Nª Snrª do Bom Despacho, encurtado progressivamente pelo avanço do Zoo, reduz-se ao actualmente remodelado e diminuto Parque das Merendas, único investimento da Freguesia no Ambiente, efectuado já neste ano de 2009.
- Na Cultura e Desporto para além dos subsídios habituais, dá-se relevo à germinação com Freguesia onde nasceu o Padre José Pinheiro Duarte e no âmbito da Homenagem que lhe foi prestada em colaboração com a Paróquia e a Câmara Municipal; chega para deixar os espíritos sossegados quanto à acção dinamizadora da Junta no que se refere à Cultura?!...
- Branqueiam-se os erros cometidos no crescimento desordenado do Zoo - cujos investimentos desde 1985 agora não se podem perder e por isso apoiamos e apoiaremos as medidas necessárias à sua sustentabilidade – e que em conjunto com, acreditamos, algumas guerrinhas invejosas de estruturas concorrentes ainda não permitiram o licenciamento do Parque.
E enquanto não se refere ainda o Quanto (?) vai custar à Freguesia e ao Município, o alargamento e a requalificação do Parque ( infra-estruturas, equipamentos, animais, etc.), parecem ESQUECIDOS, entre outros :
- Os idosos, sem políticas nem espaços no combate à solidão, à inactividade, à promoção de lazer e qualidade de vida, de apoio domiciliário nos cuidados de saúde; nada sobre o Centro de Dia prometido na Campanha de 2005, nada quanto ao futuro; e
- Também nada quanto à requalificação necessária da Sede da Freguesia, dando-lhe imagem de Centro Cívico funcional, cómodo e dinamizador de actividades que envolvam a comunidade.
E quando, na maior parte das Freguesias da Maia, se inauguram Centros de Dia, Modernos Edifícios de Junta, Escolas ou Cemitérios é caso para interrogar “ SE o apoio da Câmara ao Parque Zoológico, financeiro e recentemente na cedência dos terrenos para o alargamento, não COMPROMETE contratos-programa e financiamentos necessários às outras prioridades da Freguesia? …
Lembremos que na Freguesia da Maia não há uma unica infra-estrutura municipal desportiva, pavilhão, ginásio, polidesportivo, piscina ou qualquer outro espaço!
Com toda a franqueza, o Programa PSD à Junta parece ter sido obra apressada e por isso insuficiente e mal esclarecida.
E pensarmos nós nos cuidados tomados para elencar as necessidades da Freguesia e dos Cidadãos da Maia e preparar as medidas e propostas com vista a Ganhar o Futuro!
sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
Finalmente, uma obra do mandato (em 24 horas!)
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Mais um engano em tempo de eleições?
Mas podia ter ido...
Sim. O candidato do PSD podia ter ido ao debate. Estou certo que, apesar do mandato anterior ter sido o mandato ZERO desta autarquia, Bragança Fernandes poderia ter obra para apresentar. Mais que não fosse todas aquelas pequenas obras, aqueles pequenos arranjos, ruas, passeios, rotundas e afins que estão neste momento a decorrer pelo concelho. Aquelas obras típicas que acontecem de 4 em 4 anos.E agora só faltava dizerem que o problema é meu: que não conheço a Maia!!!
Afinal aconteceu...
Não tive ainda oportunidade de ver o debate televisivo que o Porto Canal promoveu, ontem à noite, com os candidatos à Câmara Municipal da Maia.Debate Porto Canal
Passou em Directo no Porto Canal há momentos atrás, o já aqui anunciado debate televisivo entre todos os candidatos à Câmara Municipal da Maia. Todos não, o actual Presidente e candidato pelo PSD, Engº Bragança Fernandes, teve o desplante de não comparecer invocando total indisponibilidade para discutir a Maia com pessoas que não conhecem o Concelho. Tal desculpa leviana e indecente, que apenas serviu para fugir ao debate político numa altura particularmente fragilizada para este candidato cansado e sem projecto, foi devidamente criticada por todos os candidatos.




